O Perigo da Recompressão
Cada vez que uma imagem é enviada por mensagem, ela perde pedaços da sua "alma digital". Entenda como plataformas como WhatsApp destroem evidências sutis.
A Teoria da "Cópia da Cópia"
Redes sociais já aplicam compressão. Quando você baixa essa imagem e envia no WhatsApp, ocorre uma Recompressão Destrutiva.
O modelo Trinity da Proofixel é treinado para ignorar compressões, mas reprocessamentos pesados inserem "Blocos JPEG" e "Ruído de Quantização". Isso age como uma neblina, dificultando a detecção da assinatura original da IA geradora.
O Cenário de Teste
Analisamos uma imagem sintética ("Influencer AI") em dois estados: captura direta do Instagram e a mesma imagem repassada via WhatsApp.
Impacto na Confiança (Score)
A compressão do WhatsApp introduziu ruído que "sujou" os vetores da IA. O Score caiu de 92% para 82%. Ainda detectou como Fake, mas com menos certeza.
Perda de DNA (Reconstrução)
Instagram Direct
A IA Núcleo de Consenso Trinity identificou corretamente o uso de Midjourney v6 ou Flux e prompts específicos de "selfie realista". As texturas originais estavam preservadas.
Via WhatsApp
A compressão destruiu a assinatura do gerador. A IA Núcleo de Consenso Trinity ficou confusa, sugerindo FaceApp/Remini (filtros de beleza) ou Inpainting, perdendo a origem exata.
Métricas & Morfologia
Integridade Preservada
Artefatos de Compressão
O Fator "Álibi" (Mitigantes)
Esta é a prova final de que a plataforma alterou a análise.
Original
"Sem fatores mitigantes" - A culpa é da imagem.
"Origem WhatsApp" - O sistema detectou que a sujeira pode ser culpa do app, não da fraude, o que impede a pontuação máxima.
Dica de Ouro Forense
Sempre tente obter o link original da postagem ou peça para o remetente enviar o arquivo como "Documento" no WhatsApp/Telegram. Isso evita a recompressão e garante uma análise 100% precisa.
Testar com Imagem Original